
- Sonhei que caminhava de bengala e morava em Curitiba. Era inverno e eu sentia uma intensa dor no joelho. Passei em frente a um ponto de ônibus e várias mocinhas vestidas de flor apareceram pra dançar em roda comigo, mas a bengala dificultava. Descobri que elas faziam intervenção promocional pra um brechó. Quando acordei, estava deitada de mal jeito e meu joelho doía de verdade.
- Em outro: morava ou estava passando os dias em um apartamento que continha, dentro de si, um outro apartamento. Já sonhei com isso uma vez antes, e nele havia coisas de maior interesse, como meias de lã cor-de-rosa que eu calçava, objetos antigos, entre outras coisas curiosas. O pai de uma amiga me mostrava, da janela deste “inner-appartment”, sua plantação de não-sei-o-quê e como ela estava produtiva. No mesmo sonho, amigas minhas me chamavam para um passeio. Ao destino eu chegaria com a lotação que temos aqui em Porto Alegre, mas o tal veículo era, na verdade, um barco pintado com as cores do micro-ônibus: era o Petrópolis e navegava pelas águas do Guaíba.
3 comentários:
Que sonhos, hein! Eles são quase um roteiro.
Beijos
Guria,
Olha o estado em que eu cheguei em casa: http://bp0.blogger.com/_8cN44-97ZeQ/Rd4P_1UxfrI/AAAAAAAAABs/Z2Wu4ZtmTzc/s1600-h/molhado.jpg
Mas faria tudo outra vez, o café com Jojô esta ótimo, né não?
Beijones
sonho normalmente é meio louco, mas os seus... rssss
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